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Notícias / Economia

10/09/2018 | 14:43 - Atualizada em 11/09/2018 | 12:07

Pesquisa: Endividamento aumenta em um ano e atinge 62,6% das famílias cuiabanas

Fecormécio

Pesquisa: Endividamento aumenta em um ano e atinge 62,6% das famílias cuiabanas

Foto: Reprodução


A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgada pela Fecomércio-MT, na quinta-feira (06/09), permaneceu estável em agosto sobre o mês anterior, atingindo 62,6% do total de famílias na capital do Estado (121.484). O índice atual é três pontos percentuais maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando 59,6% das famílias cuiabanas se encontravam endividadas (114.249).
Entretanto, houve queda no número de famílias que declararam ter contas em atraso, de 33% em agosto de 2017 (63.273) para 29,1% neste ano (56.373). Para os que declararam não ter condições de pagar suas contas, ficando assim inadimplentes, o índice permaneceu praticamente estável de agosto do ano passado para agosto deste ano, em 18,8% (36.467).

Uso do cartão de crédito traz reflexo positivo para o comércio
Mais uma vez o cartão de crédito apareceu como principal tipo de dívida, apontado por 70,3% das famílias entrevistadas. Em seguida, vêm os carnês (32%) e, em terceiro lugar, o financiamento de carro (7%). Houve um salto no uso do cartão de crédito no intervalo de um ano, quando apenas 57,2% dos entrevistados afirmaram possuir dívidas pelo uso do cartão.
O posicionamento da Fecomércio-MT sobre a pesquisa atual reflete o aumento do consumo das famílias na capital e a retomada do acesso ao crédito, provocado também pelo aumento no número de empregos gerados no Estado, com 22.695 novas vagas de trabalho só no primeiro semestre deste ano.
O tempo de comprometimento com dívidas diminuiu de 7,1 meses em agosto de 2017 para 6,5 meses neste ano, sendo que 24,7% dos entrevistados possuem dívidas por mais de um ano. Entre os endividados, a parcela da renda comprometida também diminuiu, de 24,2% no ano passado para apenas 16,3%. Apenas 5,6% dentre os endividados afirmaram ter mais de 50% da renda comprometido com dívidas.
 
 
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