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27/04/2021 | 10:00

Max culpa Banco Central por dificuldade em acesso ao crédito emergencial do Desenvolve MT

Redação Tv Mais News

Max culpa Banco Central por dificuldade em acesso ao crédito emergencial do Desenvolve MT

Foto: Assessoria

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), afirmou nesta segunda-feira (26) que o excesso de burocracia do Banco Central é o responsável pelas dificuldades encontradas pelos empresários na hora de buscar o crédito emergencial oferecido pelo Desenvolve MT.

Nas últimas semanas, tem sido grande o número de empresários que reclamam da dificuldade para conseguir um dos empréstimos emergenciais lançados pelo governo do Estado. Max afirmou que tem articulado junto ao governo uma maneira de facilitar a tomada de crédito.

“Tem esse problema, pois é um empréstimo legalizado pelo Banco Central e tem que seguir algumas normas, mas estamos achando alguns mecanismos, a Assembleia junto com o governo, buscando alternativas para que possa facilitar [o empréstimo]. Não adianta ir dinheiro do Estado e da Assembleia para o Desenvolve e esse dinheiro ficar parado lá”, disse.

O governo está ciente do problema e anunciou, ainda nesta segunda, que irá relaxar algumas exigências burocráticas para acesso ao crédito emergencial. Entre as medidas está o fim da exigência de certidões negativas de débito trabalhista (clique aqui e veja o que mudou).

Max defende que quanto mais rápido o dinheiro do governo for injetado nessas empresas, mais ágil será a recuperação do comércio após a pandemia. Ele informou que tem trabalhado junto a outros deputados no desenvolvimento de um projeto para facilitar o acesso ao crédito, que será apresentado nos próximos dias.

As linhas de crédito emergenciais foram criadas para aliviar a crise nos setores de bares, restaurantes, eventos e microempresas. Segundo o governo, esses segmentos foram os mais afetados pelas medidas restritivas necessárias para conter o avanço do novo coronavírus e, portanto, necessitavam de uma atenção diferenciada.

O governo destinou R$ 45 milhões de aporte financeiro ao programa e a Assembleia Legislativa investiu mais R$ 10 milhões. O programa prevê empréstimos com juros reduzidos, chegando a zero em alguns casos.




 
Fonte: Estadão MATO GROSSO

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