A Ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Maria Thereza Assis Moura negou um pedido impetrado na Corte pela defesa da empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo, acusada de ser a mandante do assassinato do Advogado Roberto Zampieri no diz 05 de dezembro de 2023 no Bairro Bosque da Saúde, Bairro nobre de Cuiabá.
Maria Angélica requereu pedido de prisão domiciliar. Segundo a empresária não há mais necessidade da manutenção da sua prisão temporária. Alegou também ser mãe de uma criança de 4 anos de idade, e que ela necessita de seus cuidados. Disse que além de ser responsáveis pelos pais idosos. Ela já prestou depoimentos e teve seu passaporte apreendidos.
Para a ministra a acusada está tentando encontrar meio de se desvencilhar das acusações contra ela. Em seu argumento a ministra destaca ainda que Maria Angélica é também suspeita de querer vender terra em litígio para poder fugir do país.
Consta no inquérito da Polícia Civil que a empresária tentou vender a terra para se esconder no exterior. Onde parte foi utilizada pela ministra para decidir pela negativa do HC.
Segundo a ministra Maria Thereza, o pedido de Habeas Corpus da empresária, não será jugado pela Corte, porque a ainda não foi julgado o mérito pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, onde tramita o processo penal.
Maria Angélica Caixeta esta presa juntamente com seus outros três comparsas no assassinato do advogado em Cuiabá. Entre eles o Pistoleiro Antônio Gomes da Silva, o primeiro a ser preso. Ele foi encontrado na cidade de Santa Luzia, região metropolitana de Minas Gerais. Hedilerson Fialho Martins Barbosa de 53 anos, acusado de ser o intermediador do assassinato. Hedilerson teria negociado com o pistoleiro.
E nesta segunda-feira (15), a Polícia Civil cumpriu o mandado de prisão contra o Coronel do Exército Etevaldo Luiz Cacadini de Vargas, que segundo informações, teria financiado a morte do Advogado Roberto Zampieri.