27/08/2026 | 15:30
Haddad critica segurança pública em SP e fala sobre roubos de celulares: 'Você vai perder o celular e não vai achar'
Candidato ao governo de São Paulo pelo PT cumpriu agenda em Presidente Prudente (SP) e falou a apoiadores em evento da campanha.
G1 Prudente
Foto: TV TEM
O candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, criticou a segurança pública no estado, afirmou que o índice de resolução de crimes é baixo e disse que algumas cidades convivem com os roubos de celulares.
Haddad cumpriu agenda, nesta quinta-feira (27), em Presidente Prudente (SP). O candidato participou de um evento da campanha no Clube dos Bancários.
Aos apoiadores, Haddad declarou que o governo estadual não investe em políticas de prevenção e investigação de crimes. “Só 5% dos crimes, em São Paulo, são esclarecidos, porque você não tem mais investigação e prevenção. O crime no estado está cada vez mais rentável”, disse o candidato.
Ainda sobre a segurança pública no estado, Haddad falou sobre o aumento do roubo de cargas e máquinas agrícolas no interior. Já em relação aos municípios médios e grandes, o candidato mencionou a ocorrência de roubos de celulares.
“Mas se você vai para uma cidade média para grande, você não anda com celular na rua. Você vai perder o celular e não vai achar”.
Qualidade da educação
Sobre a educação, o candidato do PT apontou uma deterioração do ensino na rede estadual e citou a queda de São Paulo no ranking de qualidade da educação.
“Você tem ideia do que é perder sete posições em quatro anos? O cara [Tarcísio de Freitas, atual governador] assumiu em 3º lugar, prometendo chegar em 1º. Ele caiu para 10º agredindo o professor, submetendo o professor às coisas mais indignas, a um regime de trabalho absurdo, a contrato precário. Não deu outra”, frisou.
Haddad reforçou que 80% dos alunos cursam o ensino médio em uma escola da rede estadual para destacar a necessidade de investimentos na educação.
“O seu filho vai acabar em uma escola estadual no ensino médio e é o momento mais delicado na vida do jovem. Se ele fizer um ensino médio de baixa qualidade, vai ser difícil recuperar o tempo perdido”.