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30/11/2017 | 11:44 - Atualizada: 30/11/2017 | 11:50

Advogado acusado de receber dinheiro é alvo de condução coercitiva

O advogado Eduardo Mello,  especialista em Direito Empresarial, está entre os alvos de condução coercitiva da quarta fase da Operação Convescote e presta depoimento ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), na manhã desta quinta-feira (30). A investigação apura esquema de desvio de dinheiro público, por meio de contratos fraudulentos com a  Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe).
 

O jurista chegou à sede do Gaeco acompanhado de Alex Salvatierra,  representante da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB/MT).
 

Conforme o delator da Operação Convescote, Hallan Gonçalves Freitas, o advogado Eduardo Mello prestava serviços à Faespe e teria recebido valores de transações investigadas .
 

Mello também foi citado pelo ex-procurador-geral e ex-prefeito interino de Cuiabá, Fernando Biral, que confessou ter ajudado a organização criminosa investigada na Operação Convescote, a desviar mais de R$ 1,1 milhão dos cofres públicos, por meio de contratos fraudulentos.
 

No depoimento, Fernando Biral admitiu que emitiu notas frias para receber por serviços não-prestados e devolvido integralmente o valor pago pela Assembleia e TCE para o casal Jocilene Assunção e Marcos José da Silva , apontados como líderes do esquema.
 

Biral envolveu o nome de Melo ao afirmar que teria repassado valores ao advogado, assim como para o delator Hallan Freitas, além do casal Jocilene e Marcos.
 

4ª fase
 

A quarta fase da Operação Convescote cumpre oito mandados de busca e apreensão e oito mandados de condução coercitiva.
 

Também prestaram depoimento ao Gaeco, nesta quinta-feira (30), o casal apontado como líder do esquema: Jocilene Assunção e Marcos José da Silva.

 
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