
06/06/2018 | 10:46
Em depoimento, avó afirmou que a bebê teria que ser sacrificada pelo fato de a mãe ser solteira, o que não é permitido pela sua etnia. A adolescente confessou que aceitou enterrar a recém-nascida viva pois o pai da criança não iria assumir a filha.
Segundo relato, a bebê nasceu por volta do meio-dia e foi enterrada viva em torno das 16h. Os policiais de Canarana receberam uma denuncia anônima sobre fato às 20h20 e seguiram para a aldeia, procuraram pro vestigios do enterro recente e localizada a vitima em uma cova rasa, por volta das 21h. Os policiais se surpreenderam ao notar que a criança ainda chorava.
O bebê foi imediatamente socorrido e encaminahdo ao Hospital Municipal de Canarana, e de lá, transferido para o Hospital Regional Paulo Alemão, em Água Boa. A etnia é do Parque Nacional do Xingu onde existem 19 povos indígenas. A criança foi salva pelo major João Paulo, sargentos Fernando e Oliveira e pelo soldado Henrique. O caso será investigado pela Polícia Civil.